"Conseguir jogar" é a meta de Jonas, explica a O JOGO quem o conhece bem

"Conseguir jogar" é a meta de Jonas, explica a O JOGO quem o conhece bem
Vítor Rodrigues

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Irmão e agente do camisola 10 revela que, esta época, o dianteiro não tem uma meta de golos.

A época já vai longa, mas para Jonas ainda está longe dos seus números habituais, como se percebe pelos apenas 22 jogos (1246 minutos) no currículo e 14 golos apontados, registo que se aproxima do averbado em 2016/17, quando também os problemas físicos lhe colocaram o forte travão na utilização (26 partidas e 18 golos). Superado o período de baixa, o Pistolas voltou aos duelos e aos tiros no alvo, mas, e contrariamente a outras temporadas, "não tem uma meta de golos definida", assegura a O JOGO Tiago Gonçalves, irmão e agente do goleador brasileiro das águias.

Só na época em curso, Jonas já falhou mais de metade dos jogos do Benfica (22 em 49 encontros), devido aos problemas cervicais e lombares e a um traumatismo no joelho direito. Entretanto recuperado, e apesar da falta de ritmo, alinhou em sete jogos e apontou cinco golos, mas a sua principal preocupação é mesmo o físico. "Quer poder jogar e ajudar a equipa sempre que possível", respondeu o seu irmão, ressalvando que "Jonas está a jogar dentro das possibilidades físicas dele".

Para Tiago Gonçalves, "esta é uma época atípica" para Jonas, que ainda anteontem recebeu pela quarta vez consecutiva o prémio Cosme Damião para melhor jogador do Benfica no último ano, tendo admitido no final da gala do aniversário das águias que é altíssima a probabilidade de "acabar a carreira no Benfica". Algo que resulta também do apoio dos colegas e de Bruno Lage, a quem ofereceu um golo do 2-2 ao Belenenses. "O treinador tem muito respeito e admiração por ele. E a reciprocidade é totalmente verdadeira", garante ainda.