Chegada de Yony González leva a saída de reforço do Benfica

Chegada de Yony González leva a saída de reforço do Benfica
Vítor Rodrigues/Sérgio André

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Futebolista colombiano de 25 anos está perto de fechar o seu ingresso no Benfica, clube onde o espera um contrato de quatro temporadas e meia. Falta de opções internas levou águias ao mercado

Yony González, extremo colombiano de 25 anos que termina contrato com o Fluminense no próximo mês, prepara-se para chegar em janeiro à Luz, numa aposta que deixa assim Caio Lucas, que chegou ao campeão nacional esta temporada, mas sem sucesso, no fim da linha.

O Benfica, tal como O JOGO já tinha adiantado, identificou, face à falta de opções nesta fase quer no plantel principal quer até nos escalões de formação - onde os responsáveis do clube já têm dito que será feita a primeira análise em busca de reforços -, como prioritária uma investida ao mercado para assegurar a contratação de um extremo para o plantel de Bruno Lage na reabertura de mercado, olhando agora para Yony como uma oportunidade de negócio.

Encarando o jogador como um alvo apetecível face ao baixo investimento a realizar, a SAD encarnada avançou para negociações, estando o processo muito perto da sua finalização. Em cima da mesa estão, além de um prémio de assinatura a rondar os dois milhões de euros, um contrato por quatro anos e meio e um salário de cerca de 700 mil euros anuais.

Com 16 golos este ano pelo Fluminense, Yony González, colega do portista Luis Díaz no Junior Barranquilla em 2018 e que pode atuar nos dois flancos, bem como no apoio ao ponta de lança, rejeitou as propostas do conjunto tricolor para renovar o vínculo e, apesar do interesse de alguns clubes brasileiros, aceitou a oferta do Benfica.

Bruno Lage, que, sem Rafa, devido a lesão, tem utilizado Cervi à esquerda e Pizzi ou Gedson à direita, deverá assim passar a contar com mais uma opção para os flancos, ele que não tem utilizado Zivkovic e Caio Lucas. O primeiro está no mercado, como sucedeu no verão, sendo que o segundo, cuja situação já estava em análise para janeiro, vê o seu espaço, já muito limitado até agora, ainda mais reduzido e, como tal, também com a porta aberta para a saída. O camisola 7 prefere, porém, continuar em Portugal.