Sete contratos de jogadores do Benfica na mira do Ministério Público

Estádio da Luz, casa do Benfica

 foto Filipe Amorim/Global Imagens

Além dos sete jogadores do atual plantel principal, há outros contratos a serem investigados pelo Ministério Público.

Há sete contratos de jogadores do atual plantel principal das águias que estão na mira do Ministério Público (MP), no âmbito da operação Cartão Vermelho. Os vínculos que despertaram a atenção do MP foram, segundo revelou na quarta-feira, a CMTV, os de Vlachodimos, Ferro, Morato, Weigl, Taarabt, Everton e Seferovic.

Além destes sete futebolistas, e com ligação ainda ao Benfica, estão também na mira da investigação os contratos celebrados com Ronaldo Camará, que faz parte da equipa B, Gabriel, médio que está emprestado ao Al-Gharafa, e Yony González, cedido ao Ceará.

Já sem relação atual com o Benfica, há ainda mais dez contratos a serem investigados pelo MP, que pediu em agosto informações adicionais à Benfica SAD no sentido de aprofundar a investigação aos negócios de Bruno Macedo e às transferências em que participou no Benfica durante a gestão de Luís Filipe Vieira.

São os casos de Samaris (rescindiu este ano), Jardel (terminou o vínculo), Emerson (retirado), Pedrinho (vendido esta época ao Shakhtar Donetsk), Zivkovic (agora no PAOK), Dálcio (está no Ionikos), Wass (Valência) e Derlis Mereles (está no Rubio Ñú).

Além destes futebolistas, também o contrato de Alexandre Silva, adjunto de Bruno Lage, agora no Wolverhampton, está na mira do MP.