Artur Moraes sobre o seu afastamento: "Manda quem pode e obedece quem tem juízo"

Artur Moraes sobre o seu afastamento: "Manda quem pode e obedece quem tem juízo"
Rodrigo Cortez

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Artur Moraes continua a treinar com os sub-23 e a não saber muito bem as razões que levaram o clube e o treinador José Mota a afastá-lo do plantel principal

Artur Moraes diz que a "situação continua na mesma" desde que recebeu indicações para treinar com os sub-23 do Aves. "Foi uma ordem que o clube me deu, em conjunto com o treinador", disse, desconhecendo o seu futuro, mas garantindo que se mantém empenhado.

"Continuo a trabalhar com o mesmo profissionalismo que sempre tive por todos os lugares por onde passei, à espera da minha oportunidade. A minha carreira fala por si. Devo cumprir o contrato, porque ainda tenho mais uma época. Continuo, pela carreira e experiência, e qualidade como guarda-redes, a pensar que posso ser útil. Mas tenho sempre em mente que preciso de respeitar o treinador. A decisão dele é soberana. Vou procurar ajudar da maneira que me é possível, entendendo que a minha experiência era importante para os objetivos do clube, que era a manutenção. Mas se há gente que entende que não... vou continuar a respeitar e cumprir com o meu papel", acrescentou, não percebendo bem os contornos da sua situação.

"Pelo que me foi falado, a decisão foi do clube, do diretor desportivo, junto com o treinador José Mota. Continuo a aceitar, mesmo não entendendo muito bem", disse.

O guarda-redes alega desconhecer as razões que o colocaram a treinar com os sub-23 do Aves: "Essa pergunta devia ser feita à direção ou ao treinador. Eu não sei. Só sei aquilo que me foi dito, que ia treinar com os sub-23. O porquê não sei. Não sou pago para achar nada, sou pago para dar o meu contributo... A minha maior vontade é poder jogar e voltar a ser útil, como sempre fui nas seis épocas em Portugal. Manda quem pode e obedece quem tem juízo."