>"Há qualidade para o Rio"
Antecipando a entrada da variante na família olímpica, Tomaz Morais alerta para a necessidade de investir nos sevens. O COP vai apoiar, embora com pouco significado.
Para estar no Rio'16 temos qualidade de jogo e jogadores, mas para o DTN é crucial "tudo ser planeado e organizado de uma forma científica, onde o rigor e a potencialização dos recursos são determinantes". E destaca: "A análise de jogo e do jogador, a nutrição, a psicologia e o treino físico individualizado são algumas das áreas que estão a ver a entrada de responsáveis directos nas equipas técnicas de sevens".
Russos e chineses têm vindo a melhorar significativamente e os americanos estão a recrutar jogadores do futebol americano.
Tomaz Morais remata: "Na Europa o investimento está a ser brutal e selecções como a russa, espanhola ou francesa estão estrategicamente empenhadas neste desporto olímpico. Com a criação do circuito europeu Grand Prix, outras selecções como Itália, Geórgia e Roménia irão melhorar".
