>Como jogou Lázio
Defesa de vidro traiu Klose
Ao contrário daquilo que é habitual nas equipas italianas, o sector defensivo da Lázio mostrou-se bastante permeável e deu razão às vozes que o apontam como o elo mais fraco da equipa. No ataque, Klose mostrou classe e eficácia na única oportunidade de que dispôs.
Defesa | Sem culpas nos golos do Sporting, Marchetti mostrou-se seguro sempre que foi chamado a intervir. Porém, o internacional italiano não teve o resguardo que desejaria por parte de André Dias e Diakité, dupla que se mostrou lenta e pouco confortável com a bola nos pés. O brasileiro teve mesmo de ser substituído pois estava a arriscar a expulsão com entradas de extrema dureza. Konko (atirou à barra) e Lulic estiveram bem a atacar, mas pecaram a defender.
Meio-campo | A jogar a trinco, Cana acabou engolido por um mar de camisolas verdes e brancas. Brocchi esteve discreto e nunca foi o auxílio que o médio albanês precisava. O incansável González foi o elemento mais dinâmico do meio-campo laziale e fez a cabeça em água a Insúa (provocou a expulsão do lateral), enquanto Hernanes mostrou estar longe da melhor forma, perdendo de forma clara o duelo com Rinaudo. Ainda assim, a assistência para o golo da Lázio saiu dos pés do brasileiro.
Ataque | Apesar da idade avançada, Klose mostrou que ainda está para as curvas e foi uma seta apontada à baliza leonina. Na única chance que teve, o alemão não perdoou, mas acabou substituído ao intervalo por Cissé. O francês aproveitou o espaço decorrente da expulsão de Ínsua e causou alguns estragos, mas Rocchi e Sculli - que entrou na segunda parte - mostraram-se infelizes no capítulo da finalização em três ocasiões.
