Ao vencer no recinto do Castêlo da Maia por 3-1, o Benfica deu um passo importante rumo ao apuramento para a final. Depois da excelente vitória em Guimarães, esta foi a segunda deslocação das águias passada com distinção. E, no sábado, diga-se, os encarnados ultrapassaram ainda um sempre complicado Fonte do Bastardo, que contou com um inspiradíssimo Luís Samuels.
Talvez devido ao desgaste provocado por essa mesma recepção ao conjunto açoriano - um jogo apenas decidido na negra -, José Jardim optou por colocar Tony Ching e Gustavo Folle no seis inicial, nos lugares de Reidel Toiran e Flávio Cruz. Mas a equipa manteve o seu elevado nível de jogo e teve em Ching, no início, e em Folle, perto do fim, duas peças fundamentais para a conquista dos preciosos três pontos.
O Castêlo da Maia, que teve em André Santos e Lucas Gregoret as suas principais armas, apenas conseguiu incomodar o Benfica - que se mostrou bastante sólido no serviço, no bloco e na recepção - no segundo set. E só porque houve um relaxamento dos encarnados quando o parcial indicava 9-14 a seu favor. De resto, a vitória benfiquista foi justa e não sofre qualquer contestação.
