Georgina recorda quando conheceu Ronaldo: "Era tão bonito que tive vergonha..."

Georgina recorda quando conheceu Ronaldo: "Era tão bonito que tive vergonha..."
Redação

Declarações de Georgina Rodríguez, companheira de Cristiano Ronaldo, em direto para o programa espanhol "El Hormiguero", em jeito de antevisão ao lançamento da segunda temporada da série "Soy Georgina".

Maternidade: "Sou muito jovem e adoro crianças. Também sou muito organizada. Adoro os meus filhos todos os dias, os dos outros não. Os dos meus amigos e da minha sobrinha, sim. Na escola há vezes em que lhes batem e eles não se defendem. No outro dia, um deles disse-me que lhe tinham batido. Eu disse-lhe: 'E tu com o que tens em casa não te defendes? Se te batem a ti e não tu a outros... não te castigo'. Eu não gostaria que o meu filho batesse nos outros, por isso sinto-me orgulhosa pela sua educação".

O que Ronaldo lhe ofereceu no seu 29.º aniversário, no dia 27 de janeiro? "Este ano ele deu-me o presente do seu tempo, porque o meu aniversário coincide sempre com os jogos. Passamos poucos aniversários juntos por causa da sua carreira e este ano ele deu-me o seu tempo. Fiquei super feliz. Nós não somos materialistas. Dei-lhe três carros e já não lhe dou mais. Já não é original".

Início da relação com Ronaldo: "Tive uma paixoneta. Ele é um homem muito bonito. Quando o vi, ele era tão bonito que tive vergonha de olhar para ele. Não tive muita conversa porque não o estava a atender. Eu estava a atender o cliente de um amigo meu. Era suposto sair às 17h00 e eu cobri-o. Eu estava com uma senhora a vender-lhe casacos em meados de julho e, quando ela saiu, Cristiano entrou. Senti borboletas. Ele é muito educado, estava com Júnior e alguns amigos e disse: 'Boa tarde'. E foi uma tarde muito boa. Na primeira vez que falámos, encontrámo-nos num evento de moda, numa loja. Ele meteu-se comigo e eu sou muito envergonhada. Ele não se atirou logo dessa maneira, levou tempo. Pouco a pouco".

Como foi trabalhar numa loja após ter começado a namorar com Ronaldo? "Ele comprou muitas coisas na Gucci [nessa primeira interação]. Ele não veio muitas vezes, mas quando veio comprou muito. Que é o que faço agora, porque cada vez vou às compras é cansativo. Tive de mudar de loja, fui para a Prada no El Corte Inglês. Mas ele jogava no Bernabéu [estádio do Real Madrid] e sempre que havia um jogo era como o museu da Georgina. As pessoas traziam camisolas para eu assinar até haver um momento em que não podia continuar. Havia mulheres de jogadores que andavam por aí dizer: 'É ela'. Sim, sou eu".