Georgina lembra namoro com Ronaldo: "Eu chegava ao trabalho de autocarro e saía de Bugatti"

Georgina lembra namoro com Ronaldo: "Eu chegava ao trabalho de autocarro e saía de Bugatti"
Redação

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A relação de Georgina Rodríguez com Cristiano Ronaldo é, naturalmente, um dos grandes temas abordados pela modelo no documentário "Soy Georgina", que estreou esta quinta-feira.

O documentário "Soy Georgina" estreou esta quinta-feira na Netflix e o jornal espanhol AS conta já alguns excertos daquilo que é abordado acerca da companheira de Cristiano Ronaldo. E um dos grandes temas é o início da relação do casal, que se conheceu numa loja da Gucci.

"Foi numa quinta-feira, no verão. Eu trabalhava na Gucci. Ia sair às 17h00, mas pediram-me para ficar mais meia hora para atender uma cliente. Estava a sair quando apareceu um homem lindíssimo, de quase dois metros. Comecei a sentir cócegas no estômago e pensei: 'Que está a acontecer?' Não queria olhar para ele, estava com vergonha", começa por contar a modelo. Ronaldo também fala desse "primeiro encontro". "Foi uma espécie de clique que me ficou na cabeça, é a pura verdade", atirou.

"Comecei a atendê-lo na Gucci e um dia mandou-me uma mensagem a dizer que ia a um evento e a perguntar se eu queria ir com ele. Passei o dia a pensar no que ia vestir, como ia pentear o cabelo... Quando cheguei, ele estava lindíssimo, lembro-me bem do que ele e eu vestíamos. Brindámos com champanhe, mas eu depois tive de ir a um jantar da empresa. Não tinha vontade nenhuma, mas tive de ir. Acabou por ser bom, porque deixou-nos com saudades...", continuou.

"Ele tinha muitos jogos, eu tive aquele problema com o meu pai, estive ausente, triste. Um dia encontrámo-nos noutro evento, ele estava com os amigos e com o irmão e disse-me: 'Gio, queres vir jantar comigo?' Estava muito entusiasmada. A caminho do restaurante as nossas mãos tocaram-se e senti como se aquelas mãos estivessem comigo há muito tempo. Eram umas mãos familiares, que se encaixavam na perfeição. Fomos jantar e quando voltei a casa o meu coração... ficou a bater", conta a argentina.

"O momento mais surreal foi num sábado. Morria de vontade de o ver, de estar com ele, mas não queria escrever-lhe. Mandou-me uma mensagem depois de um jogo e, claro, não lhe disse que estava à espera dele, contei-lhe que estava sentada em casa e que me preparava para dormir. Ele perguntou: 'Queres jantar?' Eu já tinha jantado, mas aceitei. Saí feliz, com a minha mochila, ele foi buscar-me a casa. Fomos para a casa dele, lá tinha o seu puré, a sua verdura, o seu frango e voltei a jantar como uma senhora", explicou Georgina.

Outra história curiosa prende-se com os dias em que o avançado português ia buscar a companheira ao trabalho... de Bugatti. "Ele vinha buscar-me depois do trabalho. Às vezes vinha no Bugatti. Os meus colegas de trabalho ficavam loucos... Eu chegava de autocarro e saía de Bugatti", lembra. E Ronaldo comentou: "Era o carro que tinha na altura... O início da nossa relação foi super bonito. Passado algum tempo senti que era a mulher da minha vida."