Foi treinador de Brooklyn Beckham e diz que testemunhou "uma dinâmica estranha" com os pais

AFP
Anthony McCool orientou Brooklyn Beckham na formação do QPR e, comentando a polémica entre o filho de David e Victoria Beckham com os pais, disse que viu "comportamentos estranhos" entre as duas partes, embora garanta que não quer tomar partidos
Anthony McCool privou com Brooklyn Beckham e com os pais, David e Victoria, porque foi treinador do jovem na formação do Queens Park Rangers. E garante que foi testemunha de alguns comportamentos e dinâmicas estranhas entre os pais e o filho.
Dias depois de "estalar" publicamente o litígio entre as duas partes, quando Brooklyn acusou os pais de serem controladores e de quererem acabar com a relação do filho com a companheira, o treinador de futebol utilizou as redes sociais para falar deste caso, deixando claro que "não está de nenhum dos lados".
"O Brooklyn Beckham a levar com tudo em cima. Senti pena do miúdo. Vi, de facto, alguns comportamentos estranhos enquanto fui treinador de futebol dele no QPR e certamente percebi a ansiedade. Pode ter lidado mal com esta situação; não estou de nenhum dos lados porque não os conheço, e os pais dele foram sempre educados comigo. Mas testemunhei pessoalmente uma dinâmica estranha que é impossível para nós julgar e prever como a iríamos gerir, tanto enquanto pais como enquanto jovens. A minha curta passagem por essa vida deixou-me algumas histórias engraçadas, mas também algumas tristes, e percebi o quão difícil deve ter sido para o rapaz. E isto apesar de eu já ter treinado muitos miúdos filhos de pais famosos, maioritariamente futebolistas conhecidos. Mas este período foi de um outro nível, mesmo a sério. Dava um bom capítulo num livro meu. O que fez foi abrir-me os olhos. Ser super-rico e famoso não é um bilhete automático para a felicidade. É difícil simpatizar ou ter empatia porque a maioria de nós nunca vai saber como é. Mas andar acompanhado por um segurança permanente aos 14 anos, além de muitas outras coisas que vi, fez-me perceber que não devo julgar, porque não caminhei um quilómetro nos sapatos deles - nem nos dos pais dele, para ser justo. Tenho a certeza de que vão fechar fileiras e resolver as suas diferenças. Espero que sim", escreveu no LinkedIn.

