Exclusivo "Foi uma loucura ir a Roma ver o V. Setúbal. Levámos 7-0 e fomos gozados"

"Foi uma loucura ir a Roma ver o V. Setúbal. Levámos 7-0 e fomos gozados"
Carlos Pereira Santos

FORA DE JOGO - O cantor e compositor Toy é o convidado desta semana. O amor pelo clube sadino foi o mote para uma conversa a não perder.

Apresento-vos António Ferrão, Toy para os amigos, nome artístico adotado em 1988, quando começou a ser conhecido como um dos mais apreciados cantores portugueses. Um cantor de sucesso, um grande compositor, uma simpatia de pessoa, divertido, direto e sem papas na língua. Tem um amor terno e eterno ao V. Setúbal, o clube da terra que o viu nascer e do qual vai ser até morrer. Tirem a cerveja do congelador e vamos à conversa.

Cantaste pela primeira vez em público quando tinhas cinco anos. Ainda te lembras desse momento?
Lembro-me perfeitamente. O meu pai era músico amador, tocava nas coletividades. Eu, a minha irmã e a filha do baterista formámos um conjunto, o Trio União, e atuámos pela primeira vez em Águas de Moura, na Marateca, que, por coincidência, é onde hoje resido.

Quando é que percebeste que ias ter a carreira de sucesso que tens hoje?
Ter a certeza de uma coisa dessas é difícil, acho que ninguém consegue, mas tive sempre muita vontade de lutar por algo assim. Felizmente, concretizou-se.