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GP do Barém serve de bandeira à Amnistia Internacional

Amnistia Internacional aproveitou a atenção mediática do Grande Prémio do Barém de Fórmula 1 para exigir a libertação de presos políticos.

A Amnistia Internacional desafiou as autoridades do Barém a libertarem "imediata e incondicionalmente" os opositores ao regime que se encontram presos, no mesmo dia em que arrancou o Grande Prémio do Barém de Fórmula 1.

"Atrás dos carros rápidos e das voltas de consagração esconde-se um governo que está a apertar o cerco a qualquer dissidente restante no país, através de detenções, intimidação e assédio de opositores políticos, críticos e ativistas", disse James Lynch.

O representante da Amnistia Internacional recordou que a erosão dos direitos humanos no Barém nos últimos anos significa que qualquer pessoa que se atreva a criticar as autoridades ou peça uma reforma é severamente punida.

O GP do Barém arrancou hoje no circuito de Sakhir, no sul do país, com Nico Rosberg (Mercedes) a ser o mais rápido nos treinos livres para a corrida de domingo.

Redação