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Carlos Queiroz é o novo selecionador de Omã, que sonha com Mundial'2026

Carlos Queiroz (créditos: X/Reprodução)

Português vai comandar a seleção asiática até ao final do Mundial'2026

O treinador português Carlos Queiroz foi anunciado esta terça-feira como novo selecionador de Omã, comandando a seleção principal daquele país asiático até ao final do Mundial2026, anunciou esta terça-feira a federação omanita.

“Damos as boas-vindas ao técnico português Carlos Queiroz como diretor técnico da seleção e desejamos-lhe sucesso na carreira em Omã”, pode ler-se numa nota hoje divulgada pela federação.

Carlos Queiroz estava sem treinar desde que deixou o cargo de selecionador do Catar em 6 de dezembro de 2023, sem cumprir o contrato por quatro épocas, tendo em vista o apuramento para o Mundial'2026.

Agora, aos 72 anos, volta a comandar uma seleção asiática, com o desafio de conseguir, agora ao serviço de Omã, uma inédita quinta qualificação para um Campeonato do Mundo.

Antes de abandonar o Catar, Queiroz, que foi selecionador português em dois períodos (1991/93 e 2008/10), tinha deixado a seleção do Irão também após o Mundial'2022, para o qual tinha sido contratado em substituição do croata Dragan Skocic.

Ao longo de 30 anos de uma carreira iniciada em 1991, Queiroz esteve à frente de sete seleções: Emirados Árabes Unidos (1999), África do Sul (2000 a 2001), Colômbia (2019 a 2020), Portugal (1991 a 1993 e 2008 a 2010), Irão (2011 a 2019 e 2022), Egito (2021 a 2022) e Catar (2023)

A nível de clubes, Queiroz foi adjunto de Alex Ferguson no Manchester United e orientou em seniores o Sporting, New York/New Jersey MetroStars (Estados Unidos), atual New York Red Bulls, o Nagoya Grampus (Japão) e o Real Madrid, tendo como ponto mais alto da carreira a conquista de dois mundiais de sub-20, então como selecionador do escalão em Portugal.

Omã vai disputar a terceira fase de qualificação do continente asiático com vista ao apuramento para o Mundial'2026, que se disputará nos Estados Unidos, Canadá e México, para a qual também estão apuradas o Catar, o Iraque, os Emirados Árabes Unidos, a Arábia Saudita e a Indonésia.

Lusa