Futebol Feminino

De testemunha a arguido: Jorge Vilda investigado por coação a Jenni Hermoso

Jorge Vilda foi substituído por Montse Tomé, ao fundo na imagem, no comando técnico da "La Roja" Glyn Kirk / AFP

O antigo timoneiro da seleção espanhola de futebol feminino terá pressionado a jogadora a aprovar, publicamente, o polémico beijo com ​​​​​​​Luis Rubiales.

Jorge Vilda, ex-treinador da seleção espanhola de futebol feminino, vai ser investigado na sequência da abertura do processo judicial contra Luis Rubiales, ex-presidente da Real Federação Espanhola de Futebol (RFEF).

O técnico, de 42 anos, que comandou "La Roja" à conquista da nona edição do Campeonato do Mundo, que decorreu na Austrália e na Nova Zelândia, tinha sido convocado pelo tribunal como testemunha, mas, agora, foi constituído arguido, tal como Albert Luque, diretor da seleção masculina, e Rubén Rivera, responsável pelo marketing da RFEF

Esta mudança de posição deve-se a uma alegada coação a Jenni Hermoso, com os envolvidos a pressionarem a jogadora do Pachuca, do México, para aprovar, publicamente, o beijo não consentido que recebeu de Luis Rubiales, nas celebrações do triunfo no Mundial"2023.

Presente, esta quarta-feira, no Tribunal Nacional, o irmão da futebolista assegurou que Jorge Vilda pressionou a atleta, de 33 anos.

Redação