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Autoridade sanitária brasileira explica: "Deviam permanecer isolados e aguardar a deportação"

O Brasil-Argentina, da fase de qualificação para o Mundial'2022, foi interrompido aos cinco minutos AFP

O Brasil-Argentina, da fase de qualificação para o Mundial'2022, foi interrompido aos cinco minutos

O Brasil-Argentina, da fase de qualificação para o Mundial'2022, foi interrompido aos cinco minutos, quando a Polícia Federal e autoridades sanitárias brasileiras entraram no relvado.

A Operação ia feita nos balneários, mas a seleção argentina trancou-se e disse que iria embora caso alguém entrasse, revelou a imprensa brasileira. Depois da intervenção, feita já com o jogo a decorrer, a seleção argentina deixou o relvado.

Antonio Barra Torres, diretor-presidente da Anvisa - autoridade sanitária brasileira -, concedeu entrevista no estádio para explicar o sucedido ."São quatro jogadores. Eles, ao chegarem ao Brasil apresentam a declaração de saúde do viajante. Neste documento não disseram que passaram por um dos três países que estão restritos, justamente para a contenção da pandemia. Mas depois foi constatado que eles passaram pelo Reino Unido", disse.

"Chegamos nesse ponto porque tudo aquilo que a Anvisa orientou, desde o primeiro momento, não foi cumprido. Eles tiveram orientação para permanecer isolados para aguardar a deportação. Mas não foi cumprido. Eles deslocaram-se até o estádio, entram em campo, há uma sequência de incumprimentos", concluiu Antonio Barra Torres, diretor-presidente da Anvisa.

Redação