Técnico pediu a Luís Filipe Vieira para manter Weigl e Rafa fora do mercado ou com fasquias muito altas
O Benfica prepara-se para uma temporada de menor investimento, colocando diversos jogadores no mercado no sentido de fazer um importante encaixe financeiro com a venda de atletas, mas do atual plantel há dois que Jorge Jesus quer segurar, apesar de serem até futebolistas cobiçados: o técnico considera Weigl e Rafa como peças importantes na sua estratégia, razão pela qual não os deseja perder.
O técnico encarnado afinou durante a última semana a estratégia com vista à próxima época com Rui Costa, vice-presidente das águias, quer a programar a pré-temporada quer a acertar agulhas no que diz respeito a entradas e saídas no plantel benfiquista, tendo ficado definido que Weigl e Rafa são jogadores para manter de águia ao peito.
Jorge Jesus referiu várias vezes que estes foram dois futebolistas que conseguiu fazer evoluir, elevando-os para outro patamar, razão pela qual acabaram por ser mesmo imprescindíveis para o treinador ao longo de 2020/21. Weigl até passou por um período complicado, mas acabou por convencer Jesus definitivamente, empurrando Gabriel para segundo plano; já Rafa completou a época de maior utilização na Luz. Como tal, são dois jogadores com quem conta para 2021/22.
Weigl é pretendido pelo Chelsea, como O JOGO já adiantou, mas as águias não se mostram dispostas a facilitar eventuais negociações. Os blues, que venceram a Liga dos Campeões, são comandados por Thomas Tuchel, antigo técnico do médio no Dortmund, e já estabeleceram contactos pelo futebolista, que segundo a Imprensa britânica é pretendido por mais um clube inglês, assim como na Alemanha e em França.
Perante tanta cobiça, os encarnados não admitem negociar por menos de 30 milhões de euros, bem acima dos 20 que pagaram ao Dortmund para assegurar o atleta a meio de 2019/20.
Por seu lado, Rafa é visto por Jorge Jesus como o elemento desequilibrador no ataque, pela velocidade e capacidade de abrir espaços em progressão. O representante das águias na Seleção Nacional é visto, até por essa avaliação técnica, como um elemento importante, daí que a fasquia para um eventual negócio tenha sido já colocada bastante alta.
Como o nosso jornal já noticiou, Luís Filipe Vieira definiu e deixou bem claro ao mercado que o extremo contratado ao Braga em 2016 por 16,4 milhões de euros, apenas será negociável acima dos 35 milhões. Esta é uma verba considerável e, a exemplo do que acontece com Weigl, um sinal que de o líder das águias pretende seguir o pedido formulado por Jorge Jesus.