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Rafael Nadal não vai defender o título no US Open e explica decisão

epa08366231 (FILE) Rafael Nadal of Spain reacts during a press conference after losing his quarter final match against Dominic Thiem of Austria at the Australian Open Grand Slam tennis tournament at Rod Laver Arena in Melbourne, Australia, 29 January 2020, re-issued 16 April 2020. Nadal said during a radio interview that he thinks it will be difficult to have a big tournament taking place in short- or mid-term. As Wimbledon was already cancelled, the French Open were postponed to 20 September until 04 October and also the US Open in New York are still due to take place from 24 August until 13 September. EPA/LUKAS COCH AUSTRALIA AND NEW ZEALAND OUT *** Local Caption *** 55830796 EPA

O jogador maiorquino, de 34 anos, recorreu à rede social Instagram para justificar a decisão de não marcar presença naquele que será o segundo Grand Slam da temporada

O tenista espanhol Rafael Nadal não vai defender este ano o título no US Open conquistado em 2019, por considerar que a "situação sanitária continua muito complicada", devido à pandemia de covid-19, anunciou esta terça-feira o número dois mundial.

O jogador maiorquino, de 34 anos, recorreu à rede social Instagram para justificar a decisão de não marcar presença naquele que será o segundo Grand Slam da temporada, quando habitualmente é o último, depois de Wimbledon ter sido cancelado e de Roland Garros ter sido adiado para setembro.

"Depois de pensar muito, decidi não participar no US Open. A situação sanitária continua muito complicada por todo o mundo, com casos de covid-19 que parecem fora do controlo. Sabemos que o calendário para este final de época, depois de quatro meses sem jogar, é uma barbaridade, mas agradeço os esforços de todas as partes para que os torneios aconteçam", escreveu o tenista, que vencer o "major" norte-americano em 2010, 2013, 2017 e 2019.

O número dois mundial acrescentou que "não queria tomar esta decisão", mas está a seguir o seu "coração", ficando, desde já, afastada a hipótese de poder igualar o suíço Roger Federer, quarto do ranking da ATP, em conquistas do "Grand Slam". O helvético é o mais titulado, com 20, face aos 19 do espanhol.

O circuito masculino apenas regressará em 22 de agosto, com a realização do Masters 1000 de Cincinnati, que serve de preparação para o US Open, a ser disputado entre 31 de agosto e 13 de setembro.

Redação com Lusa