Covid-19

Bélgica ultrapassa barreira dos 8 mil mortos

. EPA

Nas últimas 24 horas foram ainda registados 242 novos casos.

A Bélgica ultrapassou nas últimas 24 horas a barreira dos 8000 mortos por covid-19, segundo dados oficiais divulgados esta terça-feira.

Com 97 novas mortes registadas nas últimas 24 horas, mais 17 face a segunda-feira, o total de óbitos devido à pandemia do novo coronavírus é de 8016.

Nas últimas 24 horas foram ainda registados 242 novos casos (361 na segunda-feira, mantendo-se a tendência em baixa), para um total de 50 509.

Também nas últimas 24 horas, foram hospitalizadas 84 pessoas (59 na segunda-feira), num total de 15 749, e 63 tiveram alta (69 na véspera), o que perfaz 12 441 desde 15 de março.

O Conselho nacional de Segurança reúne-se na quarta-feira para analisar a próxima etapa do desconfinamento.

A Bélgica está em sétimo lugar na lista de países da Europa em número de casos desde o primeiro registo - Espanha é o primeiro - e ocupa o quinto lugar em relação ao número de óbitos, sendo a Itália o país regista o maior número de mortes.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 250 mil mortos e infetou mais de 3,5 milhões de pessoas em 195 países e territórios.

Mais de um milhão de doentes foram considerados curados.

Em Portugal, morreram 1063 pessoas das 25 524 confirmadas como infetadas, e há 1712 casos recuperados, de acordo com a Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.

Face a uma diminuição de novos doentes em cuidados intensivos e de contágios, alguns países começaram a desenvolver planos de redução do confinamento e em alguns casos a aliviar diversas medidas.

Redação com Lusa