Cristiano Ronaldo corre o risco de ser castigado após ser acusado de marketing de emboscada

Cristiano Ronaldo (créditos: AFP)
Cristiano Ronaldo está envolvido numa polémica. O capitão da Seleção Nacional está a ser acusado de marketing de emboscada e tudo por causa da divulgação dos dados relacionados com o ritmo cardíaco do jogador durante o jogo com a Eslovénia, que foi resolvido nas grandes penalidades.
A monitorização destes dados foi partilhada no Twitter, em virtude da parceria formada entre Cristiano Ronaldo a WHOOP, uma empresa conhecida por fabricar dispositivos que registam dados de desempenho durante a prática de exercício físico e, também, durante o sono, o que levou o jogador a ser acusado de marketing de emboscada.
Segundo o que foi partilhado, o camisola sete da Equipa das Quinas atingiu o pico de batimentos por minuto (170) assim que o árbitro Daniele Orsato deu por terminado o prolongamento, mas conseguiu manter a frieza e baixar a pulsação antes de bater o penálti que colocou Portugal em vantagem no desempate. O ritmo voltou a subir quando viu a bola entrar e alcançou novo pico quando Bernardo Silva carimbou o triunfo.
Segundo o "Telegraph", o marketing de emboscada caracteriza-se como a prática ilegal de associar uma empresa, um produto ou um serviço a um evento que já tem patrocinadores oficiais. As acusações começaram graças a uma publicação de Ricardo Fort, antigo diretor de patrocínios globais de várias marcas: "Isto é ilegal e tanto o jogador como a empresa devem ser multados".
O "Telegraph" recordou ainda o caso de Nicklas Bendtner no Euro'2012, que acabou multado em 80 mil euros e castigado com um jogo de suspenção por, depois de ter marcado um golo, ter levantado a camisola e mostrado a roupa interior da marca Paddy Power.
