
Encontrar um ponto de equilíbrio entre a motivação de Diogo Costa, a saúde física dos jogadores-chave e a descarga emocional de Cristiano Ronaldo pode ser o grande trunfo da Seleção Nacional no duelo com a França
Diogo Costa tocou o céu com aquelas três defesas no desempate por penáltis contra a Eslovénia, depois de ter travado de forma incrível, com o pé esquerdo, uma investida de Sesko após erro de Pepe que quase ditava o adeus de Portugal ao Europeu. Todos correram para abraçar o novo herói da Nação, que com um discurso humilde, no final do jogo, foi dizendo que tudo é obra do trabalho.
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