Joana Ramos: "Papel, caneta e ficava calada a tarde toda"

Joana Ramos: "Papel, caneta e ficava calada a tarde toda"
Paulo A. Teixeira

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Durante a entrevista a O JOGO - disponível na versão e-paper - , a judoca disponibilizou-se a completar um pedaço de uma pintura na qual está a trabalhar, com elementos alusivos ao Japão, que acolherá os Jogos em 2020.

Desde os três anos que Joana Ramos se lembra de desenhar, algo que hoje funciona como uma "terapia", ou acontece simplesmente para relaxar ou sentir-se bem. Durante a entrevista a O JOGO - disponível na versão e-paper - , a judoca disponibilizou-se a completar um pedaço de uma pintura na qual está a trabalhar, com elementos alusivos ao Japão, que acolherá os Jogos em 2020.

"Desenhar foi a primeira coisa que aprendi sem precisar de ajuda. Lembro-me de ser muito pequena, com três anos, e bastava darem-me um papel e uma caneta para a mão que ficava calada a tarde toda, se não dessem, a casa ficava uma desordem, ou então eram os meus joelhos que pagavam", sublinha Joana, uma autodidata. "Vou experimentando. O meu fetiche são as canetas e os pincéis. Sempre que vou ao Japão, tenho de trazer canetas novas."

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