
José Coelho/Lusa
Depois de uma breve experiência no Braga B, o avançado regressou a Portugal e impôs-se com naturalidade no onze. Já leva oito golos marcados e o clube conta com ele para continuar a valorizar-se.
A reabertura do mercado conduzirá a mudanças no Paços de Ferreira, embora nem todos no plantel sejam negociáveis. O clube já decidiu que Whelton não sairá, por enquanto, e chegou a essa conclusão depois de ter sido confrontado com propostas para transferir o melhor marcador. Coletivamente, encontrar o equilíbrio entre exibições e resultados está a ser complicado, na Mata Real, no entanto, o avançado brasileiro, 24 anos, recém-chegado (depois de uns meses no Braga B, em 2013/14) tem sido um dos elementos mais regulares e, em termos ofensivos, é quem faz a diferença: já leva oito golos marcados, cinco dos quais no campeonato. O bom desempenho atraiu o interesse de emblemas estrangeiros e foi nessa altura que, em nome da estabilidade que a equipa agora sob a orientação de Vasco Seabra ainda procura, ficou assente que a transferência de Whelton pode esperar. Com quatro anos de contrato, há tempo para valorizar o investimento no avançado e, até lá, se a tendência da época se mantiver, a valorização será mútua.
Outros poderão, contudo, sair mais cedo. O lateral-direito Bruno Santos, o médio André Leal e o extremo Osei Barnes, entre outros, foram objeto de sondagens.
Com ou sem contrapartidas financeiras, o plantel terá de encolher para ser reajustado. Sem vagas para contratar, haverá que encontrar solução para jogadores menos utilizados, como o guarda-redes Yerjet, o lateral-esquerdo Paulo Henrique, o trinco Leandro Silva (cedido pelo FC Porto), o médio-ofensivo Vasco Rocha e o extremo Tang Shi. Tudo dependerá, também e em grande medida, do que o mercado vier a impor como prioridade. Certa é a continuidade de Pedro Monteiro, cedido pelo Braga.
