
Após 29 jornadas, apenas Benfica (Rui Vitória), FC Porto (Nuno Espírito Santo), Sporting (Jorge Jesus), Vitória de Guimarães (Pedro Martins) e Vitória de Setúbal (José Couceiro) não mudaram de treinador.
O Belenenses tornou-se no quinto clube a trocar duas vezes de treinador na edição 2016/17 da I Liga, juntando-se a Arouca, Nacional, Moreirense e Estoril. Após cinco derrotas consecutivas, Quim Machado deixou os azuis', 22 rondas depois de ter substituído o espanhol Júlio Velázquez, à sétima jornada, entrando agora para o lugar dele Domingos Paciência.
O último treinador a ser 'chicoteado' tinha sido Manuel Machado, que se tornou no primeiro a ser afastado por duas equipas esta época, ao sair do Arouca, 11 rondas depois de ter sido dispensado pelo Nacional.
Sucessor de Lito Vidigal, que abandonou o clube do distrito de Aveiro após a 21.ª jornada, na sequência de um convite dos israelitas do Maccabi Telavive, o ex-técnico do Nacional contou por desaires os cinco jogos no campeonato e foi a terceira vítima da 26.ª ronda da prova, tendo sido substituído por Jorge Leitão, treinador dos juniores.
A formação insular foi a primeira a dispensar Manuel Machado, que estava no clube desde 2012 e foi substituído, após a 15.ª ronda, por Predrag Jokanovic, que também caiu, depois de 11 jogos sem vencer (seis empates e cinco derrotas), sendo rendido por João de Deus, que tinha deixado a equipa B do Sporting.
Dias antes, o Moreirense também tinha despedido um segundo treinador, ao trocar Augusto Inácio - que conduziu o clube à histórica vitória na Taça da Liga - por Petit, depois de o técnico que levou o Sporting à conquista do título nacional em 1999/2000 ter sucedido a Pepa.
Duas semanas antes, o Estoril despediu o espanhol Pedro Gómez Carmona - que havia entrado para o lugar de Fabiano Soares e orientou os canarinhos da 14ª à 24ª jornada - e contratou Pedro Emanuel.
Às cinco mudanças na segunda volta acrescem 12 na primeira, sendo que, além de Lito Vidigal, apenas Jorge Simão deixou um clube sem ser alvo de uma 'chicotada psicológica', já que saiu do Chaves por ter sido convidado pelo Braga para substituir José Peseiro. A mudança, à 13.ª ronda, promoveu também a chegada de Ricardo Soares ao comando dos flavienses.
Os primeiros a despedir treinadores foram o Marítimo, que trocou Paulo César Gusmão por Daniel Ramos, após a quinta ronda, o Belenenses (Júlio Velázques por Quim Machado) e o Boavista (Erwin Sánchez por Miguel Leal), ambos à sétima.
À 10ª jornada, no Rio Ave, Capucho deu a vez a Luís Castro, contratado ao FC Porto B, e o Moreirense mudou pela primeira vez, entrando Inácio para o lugar de Pepa, enquanto, à 11.ª, Vasco Seabra rendeu Carlos Pinto no Paços de Ferreira.
O recorde de três mudanças - agora igualado - ocorreu à 13.ª ronda. Duas provocadas pela troca de Jorge Simão e outra pela primeira mudança no Estoril-Praia, com Pedro Gómez Carmona a entrar para o lugar de Fabiano Soares.
O clube seguinte a mudar foi o Feirense, que despediu José Mota, após 14 rondas, e apostou em Nuno Manta, primeiro como treinador interino (dois jogos) e depois a título definitivo.
Nas duas jornadas seguintes, mais dois clubes mudaram, com Manuel Machado a deixar o Nacional, que comandava desde 2012, nas 'mãos' de Predrag Jokanovic, após a 15.ª, e Petit, o herói da permanência de 2015/16, a ceder o lugar a Pepa no Tondela, depois da 16ª.
Entre os 18 clubes participantes na edição 2016/17 da I Liga, e após 29 jornadas, apenas Benfica (Rui Vitória), FC Porto (Nuno Espírito Santo), Sporting (Jorge Jesus), Vitória de Guimarães (Pedro Martins) e Vitória de Setúbal (José Couceiro) não mudaram de treinador.
Alterações de treinadores na I Liga 2016/17:
5.ª Marítimo: Paulo César por Gusmão Daniel Ramos
7.ª Belenenses: Julio Velázquez por Quim Machado
Belenenses é o quinto clube a trocar de treinador pela segunda vez
O Belenenses tornou-se no quinto clube a trocar duas vezes de treinador na edição 2016/17 da I Liga, juntando-se a Arouca, Nacional, Moreirense e Estoril. Após cinco derrotas consecutivas, Quim Machado deixou os azuis', 22 rondas depois de ter substituído o espanhol Júlio Velázquez, à sétima jornada, entrando agora para o lugar dele Domingos Paciência.
O último treinador a ser 'chicoteado' tinha sido Manuel Machado, que se tornou no primeiro a ser afastado por duas equipas esta época, ao sair do Arouca, 11 rondas depois de ter sido dispensado pelo Nacional.
Sucessor de Lito Vidigal, que abandonou o clube do distrito de Aveiro após a 21.ª jornada, na sequência de um convite dos israelitas do Maccabi Telavive, o ex-técnico do Nacional contou por desaires os cinco jogos no campeonato e foi a terceira vítima da 26.ª ronda da prova, tendo sido substituído por Jorge Leitão, treinador dos juniores.
A formação insular foi a primeira a dispensar Manuel Machado, que estava no clube desde 2012 e foi substituído, após a 15.ª ronda, por Predrag Jokanovic, que também caiu, depois de 11 jogos sem vencer (seis empates e cinco derrotas), sendo rendido por João de Deus, que tinha deixado a equipa B do Sporting.
Dias antes, o Moreirense também tinha despedido um segundo treinador, ao trocar Augusto Inácio - que conduziu o clube à histórica vitória na Taça da Liga - por Petit, depois de o técnico que levou o Sporting à conquista do título nacional em 1999/2000 ter sucedido a Pepa.
Duas semanas antes, o Estoril despediu o espanhol Pedro Gómez Carmona - que havia entrado para o lugar de Fabiano Soares e orientou os canarinhos da 14ª à 24ª jornada - e contratou Pedro Emanuel.
Às cinco mudanças na segunda volta acrescem 12 na primeira, sendo que, além de Lito Vidigal, apenas Jorge Simão deixou um clube sem ser alvo de uma 'chicotada psicológica', já que saiu do Chaves por ter sido convidado pelo Braga para substituir José Peseiro. A mudança, à 13.ª ronda, promoveu também a chegada de Ricardo Soares ao comando dos flavienses.
Os primeiros a despedir treinadores foram o Marítimo, que trocou Paulo César Gusmão por Daniel Ramos, após a quinta ronda, o Belenenses (Júlio Velázques por Quim Machado) e o Boavista (Erwin Sánchez por Miguel Leal), ambos à sétima.
À 10ª jornada, no Rio Ave, Capucho deu a vez a Luís Castro, contratado ao FC Porto B, e o Moreirense mudou pela primeira vez, entrando Inácio para o lugar de Pepa, enquanto, à 11.ª, Vasco Seabra rendeu Carlos Pinto no Paços de Ferreira.
O recorde de três mudanças - agora igualado - ocorreu à 13.ª ronda. Duas provocadas pela troca de Jorge Simão e outra pela primeira mudança no Estoril-Praia, com Pedro Gómez Carmona a entrar para o lugar de Fabiano Soares.
O clube seguinte a mudar foi o Feirense, que despediu José Mota, após 14 rondas, e apostou em Nuno Manta, primeiro como treinador interino (dois jogos) e depois a título definitivo.
Nas duas jornadas seguintes, mais dois clubes mudaram, com Manuel Machado a deixar o Nacional, que comandava desde 2012, nas 'mãos' de Predrag Jokanovic, após a 15.ª, e Petit, o herói da permanência de 2015/16, a ceder o lugar a Pepa no Tondela, depois da 16ª.
Entre os 18 clubes participantes na edição 2016/17 da I Liga, e após 29 jornadas, apenas Benfica (Rui Vitória), FC Porto (Nuno Espírito Santo), Sporting (Jorge Jesus), Vitória de Guimarães (Pedro Martins) e Vitória de Setúbal (José Couceiro) não mudaram de treinador.
Alterações de treinadores na I Liga 2016/17:
5.ª Marítimo: Paulo César por Gusmão Daniel Ramos
7.ª Belenenses: Julio Velázquez por Quim Machado
7.ª Boavista: Erwin Sánchez por Miguel Leal
10.ª Rio Ave: Nuno Capucho por Luís Castro
10.ª Moreirense: Pepa por Augusto Inácio
11.ª Paços de Ferreira: Carlos Pinto por Vasco Seabra
13.ª Estoril: Fabiano Soares por Pedro Gomez Carmona
13.ª Braga: José Peseiro por Jorge Simão
13.ª Chaves: Jorge Simão por Ricardo Soares
14.ª Feirense: José Mota por Nuno Manta Santos
15.ª Nacional: Manuel Machado por Predrag Jokanovic
16.ª Tondela: Petit por Pepa
21.ª Arouca: Lito Vidigal por Manuel Machado
24.ª Estoril: Pedro Carmona por Pedro Emanuel
26.ª Moreirense: Augusto Inácio por Petit
26.ª Nacional: Predrag Jokanovic por João de Deus
26.ª Arouca: Manuel Machado por Jorge Leitão
29.ª Belenenses: Quim Machado por Domingos Paciência
