"Não gosto de intervalos da seleção, não é bom para clubes e jogadores"

"Não gosto de intervalos da seleção, não é bom para clubes e jogadores"

Treinador encarnado destacou, em conferência de imprensa, abordagem ao encontro e conhecimento do adversário

Análise da partida: "Foi um jogo bem conseguido. Controlámos o que era importante controlar, o potenciar e as virtudes do Dínamo. Fomos uma equipa personalizada, que soube o que tinha de fazer em cada momento do jogo."

Pizzi foi importante nesta partida? "Não era por este jogo que o Pizzi me convencia, conheço-o muito bem. Ele tem esta capacidade de poder jogar bem em várias posições. Foi muito importante para a nossa estratégia, sabia controlar os tempos do jogo."

Próximo jogo em casa, com o Dínamo, pode ser decisivo? "Em teoria é preferível jogar em casa, mas na Liga dos Campeões não há jogos fáceis e o Dínamo já mostrou que joga muito bem fora de casa. A vitória aqui em Kiev não nos dá a vitória no próximo jogo, mas é claro que com os benfiquistas perto de nós ela fica mais próxima."

Segredo para a vitória. "Foi conhecer os pontos fortes do Dínamo e controlá-los bem. Foi um jogo bem ganho, mais que bem jogado. Há jogos ganhos e jogados. Este primeiro foi ganho e depois foi jogado."

Paragem do campeonato e gestão do plantel: "Não gosto de intervalos da seleção. Há uma mudança de rotinas de trabalho. Isso não é bom para os clubes e jogadores. Não gosto. Mas é uma realidade e temos de trabalhar em cima dela. Preparámos muito bem este jogo e os jogadores para entrarem bem nesta competição."