Por Rui Paulo Figueiredo

Transferência de Witsel posta em causa

Publicado por Lusa
Por Gustavo Bom/Global Imagens
Vogal do Conselho Diretivo do Sporting garante que a claúsula de rescisão do belga não foi acionada, simplesmente porque... já não existia.
Rui Paulo Figueiredo, vogal do Conselho Diretivo do Sporting, considera que a recente venda do passe de um futebolista foi uma decisão do clube e não uma obrigação decorrente da cláusula de rescisão, numa alusão à saída de Witsel do Benfica.

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"Vi referido que a cláusula de rescisão de um certo jogador tinha sido acionada, quando a mesma já não existia, pelo facto de se ter esgotado temporalmente. Ou seja, tratou-se de uma decisão!", disse Rui Paulo Figueiredo, numa alusão à transferência de Witsel do Benfica para o Zenit de São Petersburgo, considerando que "o que importa é saber se todas as vendas entram ou não nos cofres dos clubes".

No entanto, o dirigente leonino, que referiu não lhe "competir comentar a estratégia de outros clubes", lembrou que os relatórios dos clubes rivais "serão publicados em devido tempo" e que será possível então "descortinar as respetivas contas", tal como o Sporting se sujeita "ao escrutínio da imprensa e dos sócios quando apresenta publicamente o seu relatório e contas".

Rui Paulo Figueiredo argumentou que "não está em causa um campeonato de vendas" e considera normal que cada clube tenha a sua estratégia.

"Assim como nós decidimos não vender é perfeitamente legítimo que Benfica e FC Porto tenham decidido fazê-lo", disse o dirigente leonino, manifestando a ideia de que "o que conta é dentro do campo" e que é sua convicção que o Sporting possui "um bom plantel, competitivo e que vai prová-lo ao longo da época".


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