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O resumo do Estoril-Benfica

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O Benfica regressou às vitórias com um difícil triunfo em casa de um Estoril que não perdia no António Coimbra da Mota há nove meses.
Os encarnados sobem ao terceiro lugar da I Liga, por troca com o Braga, após um jogo em que marcaram cedo, jogaram 35 minutos em vantagem numérica e em que tiveram de sofrer para conseguir os três pontos.

A primeira parte foi equilibrada, mas foi o Benfica quem se adiantou, com o cabeceamento de Lima, solto na área, após centro de Gaitan. Lima fez dupla no ataque do Benfica com Rodrigo, visto que Cardozo ficou no banco até metade da segunda parte. A ideia parecia ser conseguir uma linha ofensiva mais rápida e ágil, tirando partido do desgaste do Estoril-Praia, que jogou na quinta-feira para a Liga Europa.

A escolha, no entanto, saiu "furada" e o Benfica foi pouco agressivo nos primeiros 45 minutos, não criando mais oportunidades até à grande penalidade contestada pelo Estoril. Um cabeceamento defensivo de Gonçalo embateu no braço de Ruben e o árbitro, Manuel Mota, entendeu que devia apitar para penálti. Na conversão, Vagner defendeu o remate de Lima.

A toada de equilíbrio manteve-se no início da segunda parte.Depois da expulsão de Filipe Gonçalves, aos 56 minutos, ficou claro que ia ser mais difícil ao Estoril anular a vantagem dos "encarnados", que entretanto já tinham Cardozo a fazer o aquecimento na lateral.

O esquerdino paraguaio, entrado aos 59 minutos, viria a assinar 12 minutos depois um grande golo, que poderia ter "matado" o jogo -- um belo remate de primeira e de pé direito, a centro de Maxi Pereira, com a bola a entrar no canto superior esquerdo da baliza.

Mas ainda não era chegado o tempo de respirar fundo, para o Benfica, já que o Estoril pouco depois reduziu o marcador e deu tudo por chegar de novo ao empate. Javier Balboa foi lançado no jogo ao minuto 74 e na primeira jogada em que participou fez o golo, de cabeça, a concluir um pontapé de canto cobrado por Evandro.


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