O presidente do Sporting, Godinho Lopes, disse-se hoje ter feito justiça com os castigos aplicados aos árbitros João Ferreira e Paulo Baptista, por se terem recusado a arbitrar o jogo dos "leões" com o Beira-Mar, da Primeira Liga.
"Não fico satisfeito com nenhuns castigos, gosto que se faça justiça, foi feita justiça e fiquei tranquilo. Nós não vivemos de 'revanches', nem nos preocupamos com os castigos que são aplicados, queremos, naturalmente, em cada momento, defender o que é correcto para o Sporting e, depois de defender, acreditamos na justiça", afirmou o presidente "leonino", à margem do 20.º aniversário do Núcleo Sportinguista de Rio Maior.
João Ferreira, o primeiro designado para orientar o encontro, recusou dirigir o encontro, alegadamente por causa das críticas de dirigentes do Sporting às arbitragens, tal como Paulo Baptista, que se mostrou indisponível em seguida.
Além dos dois árbitros principais, também Rui Patrício (Aveiro), inicialmente designado para quarto árbitro, e os assistentes Pais António (Setúbal) e Valter Pereira (Setúbal) terão de cumprir um jogo de suspensão.